quinta-feira, 31 de março de 2011

Procura-se lugar para acampar


Chefes Leo e Alexis, do GEMA, com o chefe
Reginaldo, do Grupo Escoteiro Lobo da Chapada
Planejar um acampamento é uma tarefa que qualquer chefe escoteiro faz “com o pé nas costas”, não é? Bem, nem sempre é assim. Que o digam o diretor técnico do GEMA, Leonardo, e o diretor de Relações Públicas, Alexis, que, no domingo (20), passaram uns “apuros” – para não classificar de episódios cômicos – até encontrar o lugar ideal para o Acampamento da Amizade (ACAMPAM) deste ano.

Essa história começa em uma cidade não muito longe de Brasília. Para conhecer as opções de local para acampamento, os dois chefes tiveram de encarar mais de 50 quilômetros na carroceria de um carro agrícola, sentados em bancos sem nenhum estofado. O passeio poderia ser emocionante não fossem os 35 quilômetros de estrada de terra (repleta de buracos) que deram à aventura lembranças um tanto doídas.

Durante a viagem, o veículo começou a liberar uma fumaça que ia direto para a carroceria onde estavam nossos bravos chefes. Resultado: chefe Leo começou a passar mal depois de respirar tanto monóxido de carbono. Quilômetros adiante, onde foi possível parar o carro (e antes que o chefe Leo colocasse os bofes para fora), o motorista deu uma sugestão para melhorar a qualidade do ar na carroceria: suspender a capa de plástico que cobria parte do veículo.

Problema resolvido? Quem dera! Eles esqueceram do frio e da chuva que atingia a região no dia e, ao melhorar um problema, criaram outro. Chefe Leo e chefe Alexis, literalmente, bateram os queixos no restante da viagem. Para tentar afastar o frio, eles gritavam para que o guia andasse mais devagar. Mal sabem eles que, dentro da cabine do motorista, não dava para ouvir absolutamente nada. Nenhuma reclamação chegou aos ouvidos do motorista e do passageiro que, confortavelmente, iam na parte da frente do carro. Com as janelas fechadas e os bancos forrados, é claro!

Feitas as vistorias, era hora de voltar para casa. Sentados, agora, em um carro confortável, os chefes contaram com um bonito pôr do sol como despedida e voltaram para Brasília discutindo e programando as atividades para o ACAMPAM. Tudo tinha dado certo (apesar da chuva, do frio, do monóxido de carbono e do banco duro). E a volta seria tranquila. Certo? Quase. Além das músicas para animar o retorno e encerrar a jornada, chefe Leo contou também com a companhia dos sonoros roncos do chefe Alexis a embalar os muitos quilômetros até Brasília.



Chefe Reginaldo, do Grupo Escoteiro Lobo da Chapada, dá a maior
força para os chefes do GEMA.


























Um comentário:

  1. Tinha que estar muuito frio pro Leo e o Alexis, os maiores do grupo, tremerem! hahaha :) tadinhos

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